É hora de ler: 3 favoritos do momento

A verdade é que há muito que me tinha convertido à leitura em formato digital, visto que em qualquer lado e com apenas alguns cliques o meu telemóvel me permite aceder a qualquer história que queira.

2020 e 2021 trouxeram com eles para além de uma pandemia e uma vida entre as quatro paredes cá de casa o retorno do meu gosto pela leitura física. O gosto por livros novos e poder ficar horas a folhear páginas presa algures noutros mundos longínquos ou em reflexões de vida inesperadas.

E assim, trago-vos o meu top 3 de leituras de 2021 até ao momento:

Hábitos Atómicos

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A maior parte das pessoas pensa que para mudar de vida (ou mudar algo de relevante nas suas vidas) tem de pensar em grande. James Clear propõe uma alternativa. Após décadas de trabalho concluiu que as grandes mudanças surgem do efeito combinado de centenas de pequenos atos.

Sempre ouvi falar deste livro quando toca a desenvolvimento pessoal e este ano tive finalmente a oportunidade de lhe pôr as mãos. E consigo realmente compreender a razão por ser tão reconhecido pelo público. O autor realmente mostra que o foco e pequenos momentos fazem mais diferença nas conquistas do que tentar em vão colocar objetivos gigantescos a nós mesmos.

Gravar as Marcas

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Cyra é irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os inimigos. Akos é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar.

Ah! A vontade que eu tinha de ler este livro é inimaginável. Sendo extremamente fã da autora devido à saga Divergente foi um encanto saber que havia outras sagas por onde pegar. Ponto número 1 do livro mesmo antes de o começar a ler recai na maravilha que é ser um livro que tem mapas (isto é tão particular, mas para mim qualquer livro de fantasia que tenha mapas merece pontos bónus só por isso). Eu senti que a história me fez lembrar uma junção de The Hunger Games com Divergente não pelo enredo, mas pelo background que foi montado para o mundo e para as personagens. Foi, sem dúvida, um dos livros mais rápidos de ler este ano de tanto que tinha vontade de saber o final.

Na sobrevivência, não há lugar para a honra.

Gravar as Marcas, Veronica Roth

Destinos Divididos

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Na sequela de Gravar as Marcas, Roth introduz duas poderosas novas vozes, numa narrativa de esperança, humor, fé e resiliência.

Este livro retrata a continuação de Gravar as Marcas e foi bastante surpreendente. Fez-me confirmar que realmente Cyra é das personagens que mais me cativaram até hoje, mesmo com os altos e baixos. Teve efeito de suspense e completo choque com as descobertas que aconteceram, sendo que senti apenas que num ponto da história tentaram criar um vilão e não foi de todo bem sucedido. É uma personagem muito mal explorada o que para mim foi uma tristeza.

Aqui estão os meus favoritos do momento e as minhas recomendações. E tu, também gostas de ler? Qual foi o melhor livro que leste este ano?

Publicado por Tânia

Licenciada em Sociologia e estudante de mestrado em Jornalismo. Apaixonada por tudo o que implique o mundo e livros.

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