Mindsets que mudaram a minha vida

A nossa mente sempre foi reconhecida como o nosso possível maior aliada ou inimiga, e isso tornou-se ainda mais notória durante este último ano. Visto que a importância que damos à nossa saúde mental pode ser o vai ou racha de uma sanidade numa época em que tudo parece acontecer e não haver descanso.

Se há algo que me apercebi é que não importa que idade temos existem duas coisas que sempre acontecem: estamos sempre a aprender e já retivemos alguma lição dos momentos que vivemos. Foi, por isso, mesmo que eu decidi partilhar algum dos mindsets que sinto que adotei ao longo dos anos após ter-me deparado com páginas sobre lições e mindsets que escrevi no início de 2020.

Aceitar que podemos ser a pior pessoa numa sala

Todos nós em algum momento iniciamos um novo projeto, trabalho ou hobby e pensamos em desistir porque todos ao nosso redor pareciam melhores do que nós. É normal sentir que ainda não temos a capacidade que os outros têm, mas também temos de pensar que tendo iniciado algo ou tendo dificuldades em algo as coisas não são assim tão simples. Porque a verdade é que se sentires isso, mantém algo em mente: quando estamos no fundo só há uma saída, para cima.

Ter uma mentalidade aberta

Por mais que achemos que as nossas mentalidades são abertas há certos assuntos que mesmo involuntariamente sentimos que temos total conhecimento sobre o assunto e que estamos certo sobre ele, mas não é a verdade. Há sempre algo mais a aprender com os outros, seja de um assunto que domines ou de um que desconheças.

Tem consciência dos teus pensamentos

A nossa mente pode ser a nossa melhor amiga ou a nossa pior inimiga, a verdade é tão simples quanto isso. É necessário meter um travão nos pensamentos negativos, aprender a saber fazê-lo quando é necessário para que eles não nos dominem porque se deixarmos que qualquer pensamento exista sem tomarmos consciência sobre ele podemos acabar num mau lugar psicologicamente.

Faz acontecer

Não, tu não vais conseguir amigos novos se não saíres da tua zona de conforto, nem aquele 20 no próximo teste se não puseres as mãos à obra. Mesmo que a nossa mente seja das coisas mais fortes do mundo, não é só por pensarmos em algo que queremos que isso vai acontecer. É necessário pôr mãos à obra para o fazer acontecer!

A única comparação plausível é com o teu próprio eu

Vivemos a nossa vida a comparar-nos com os outros, com a vida que eles levam, com as posses que têm ou mesmo com as capacidades. Mas e o começo deles, as dificuldades que eles enfrentaram para ali chegar? São as mesmas que as nossas? Com o mesmo tempo? Não vale a pena comparar-nos com outros porque todos temos diferentes começos e diferentes dificuldades. Queres perceber a tua evolução, se o rumo é o certo? Pensa para ti se há um ano, e sobre esse mesmo exato aspeto da tua vida, como estavas. A evolução de algo deve ser vista por nós mesmos e sobre nós mesmos apenas.

Estar ocupado não equivale a ser sucedido

Isto fala por si próprio e todos temos a noção disso por alguém próximo. Sim, há pessoas que trabalham horas e horas a fim e ganham balúrdios, mas tem eles tempo para si próprios? Para a família? E as pessoas que fartam de trabalhar e mesmo assim passam dificuldades económicas? O sucesso depende de pessoa para pessoa e nem sempre é medido apenas pelo dinheiro que conseguimos ganhar.

Publicado por Tânia

Licenciada em Sociologia e estudante de mestrado em Jornalismo. Apaixonada por tudo o que implique o mundo e livros.

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