Minha lista de leitura para 2020

Hoje decidi compartilhar convosco os livros que tenho na minha lista de leitura para o ano de 2020. Algo que cresceu comigo foi o meu hábito de leitura e de há anos para cá faço de tudo para tornar um hábito a leitura através da criação consecutiva de um objetivo anual de livros que gostaria de ler. Isto acima de tudo porque é a minha forma de relaxar e com a criação desta lista acabo por conseguir escapar do facto da minha leitura ao longo de todo o ano se centrar apenas em livros e obras relacionadas com a faculdade.

Gravar as marcas, Veronica Roth.

Cyra é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.

Akos é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar. Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?

A arte subtil de saber dizer que se f*da, Mark Manson.

Uma abordagem que nos desafia os instintos e nos força a questionar tudo o que sabemos sobre a vida.

Durante décadas convenceram-nos de que o pensamento positivo era a chave para uma vida rica e feliz. Mas esses dias chegaram ao fim. Que se f*da o pensamento positivo! Mark Manson acredita que a sociedade está contaminada por grandes doses de treta e de expectativas ilusórias em relação a nós próprios e ao mundo.

Recorrendo a um estilo brutalmente honesto, Manson mostra-nos que o caminho para melhorar a nossa vida requer aprender a lidar com a adversidade. Aconselha-nos a conhecer os nossos limites e a aceitá-los, pois no momento em que reconhecemos os nossos receios, falhas e incertezas, podemos começar a enfrentar as verdades dolorosas e a focar-nos no que realmente importa.

Os signos, Carolyne Faulkner.

O futuro não está escrito nas estrelas, mas podemos usar as estrelas para escrever o nosso futuro.

Revela como a antiga sabedoria das estrelas nos dá o poder para tirarmos o máximo proveito da vida.

Águas Profundas, Robert Bryndza.

Debaixo de água, o corpo afundou-se rapidamente. Ali permaneceu, imóvel e imperturbável durante muitos anos, mas, lá em cima, fora de água, o pesadelo estava apenas a começar.
Quando a detetive Erika Foster recebe uma denúncia anónima informando que uma prova fundamental relacionada com um caso de narcóticos estava escondida numa pedreira abandonada nos arredores de Londres, ela manda investigar a pista. No espesso lodo das águas encontram as drogas que procuravam, mas também os restos mortais de uma criança pequena. O esqueleto é rapidamente identificado como Jessica Collins, a menina de sete anos que fizera as manchetes das notícias vinte e seis anos antes.

Ao mesmo tempo que tenta juntar provas novas à investigação, Erika depara-se com uma família que guarda muitos segredos, uma detetive atormentada pelo fracasso e a morte misteriosa de um homem que vivia junto à pedreira.

Será o assassino alguém dos elementos mais próximos da menina? Há quem não deseje ver o caso resolvido. E tudo fará para impedir Erika de descobrir a verdade.

Um deus em ruínas, Kate Atkinson.

Um Deus em Ruínas é um romance que aborda não apenas a guerra como a perda de bondade do homem, explorando as diversas possibilidades oferecidas pela ficção.

Mindset, Carol S. Dweck.

Existem dois tipos de atitudes mentais — e só uma leva ao sucesso.

Carol S. Dweck, professora de Psicologia na Universidade de Stanford e especialista internacional em sucesso e motivação, desenvolveu nas suas investigações, ao longo das últimas décadas, uma ideia verdadeiramente inovadora — o poder e influência do nosso mindset, a atitude mental com que abordamos a vida, influencia decisivamente o êxito pessoal e profissional.
Segundo a autora, a atitude mental não é um mero traço de personalidade: na verdade, é a explicação de como nos tornamos otimistas ou pessimistas, e define os nossos objetivos, a nossa abordagem ao trabalho e às relações sociais e a forma como educamos os nossos filhos.
É, por isso, um fator decisivo para que qualquer pessoa consiga cumprir todo o seu potencial.
Existem dois tipos fundamentais de atitudes mentais: a fixa e a progressiva. Os que têm a primeira acreditam que o talento e as capacidades são definidos à partida e não se alteram ao longo da vida. Este é o caminho para a estagnação e a desmotivação. Por outro lado, os que têm uma atitude mental progressiva acreditam que o talento pode ser desenvolvido, com tempo e persistência. Este é o caminho da oportunidade — e do sucesso.

O poder do agora, Eckhart Tolle.

Um texto que nos traz uma lição simples e singela: como usar o potencial do presente, como viver no agora. A nossa mente tende sempre a seguir um caudal de pensamentos, dirigindo-se para o passado ou para o futuro, esquecendose constantemente do presente. Mas é no presente, e na consciência do presente, que podemos encontrar a paz e a libertação. De forma prática e acessível, esta obra, uma apresentação do misticismo clássico para os tempos modernos, dá-nos a ver como aceder ao poder ilimitado do agora.

Auschwitz, um dia de cada vez, Esther Mucznik.

«Um companheiro de Auschwitz pergunta a Primo Levi por que motivo já não se preocupa com a higiene. Ele responde simplesmente: “Para quê, se daqui a meia hora estarei de novo a trabalhar com sacos de carvão?” É desse companheiro que recebe a primeira e talvez principal lição de sobrevivência: “Lavarmo-nos é reagir, é não deixar que nos reduzam a animais; é lutar para viver, para poder contar, para testemunhar; é manter a última faculdade do ser humano: a faculdade de negar o nosso consentimento”.»

A capacidade de sobrevivência do ser humano é notável e, por mais terrível que fosse a existência em Auschwitz, todos os dias se lutava para sobreviver apesar de a morte estar ao virar de cada esquina. O campo de concentração de Auschwitz é sinónimo do mal absoluto preconizado pelo nazismo. Foi ali que judeus e ciganos serviram de cobaias às diabólicas experiências médicas, que acima de um milhão de seres humanos foram gaseados e que mais de 200 mil homens, mulheres e crianças morreram de fome, frio e doença, de exaustão e brutalidade, ou simplesmente de solidão e desesperança. No entanto muitos presos resistiam à total desumanização esforçando-se por manter alguma dignidade. Cuidar da higiene, ler, escrever, desenhar, ajudar alguém a sobreviver ou até a morrer eram actos que atribuíam condição humana a quem parecia ter desistido de viver.

Publicado por Tânia

Licenciada em Sociologia e estudante de mestrado em Jornalismo. Apaixonada por tudo o que implique o mundo e livros.

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