Não há mares de rosas

Por vezes a mente queima, ela mata, ela torna-se a nossa maior inimiga. A realidade é essa. Nem sempre tudo está bem ou perfeito. Por vezes, o que mais desejamos é dormir eternamente ou não ter que lidar com a vida atarefada que levamos.

Por vezes, uma simples interação com alguém pode ser um alívio, mas também um gatilho. Sentir que dar tudo de nós aos outros e ao mundo, na verdade, não serve de nada. Não importa a preocupação que os outros expressam, as palavras que nos são destinadas quando a nossa mente ataca tudo nos passa ao lado de uma maneira inexplicável.

Parece que a única coisa que gravamos e rebobinamos na máquina da qual se trata a nossa mente é as coisas más, as palavras que doeram, as desilusões e os momentos dolorosos. É inacreditável que olhando para o mundo à nossa volta, para as pessoas que nos circulam os únicos pensamentos ao ver o brilho nos olhos repletos de felicidade dos outros é pensar para nós mesmos porque não nos conseguimos sentir assim.

A verdade é que não estamos errados em sentir-nos assim, a vida não é um sonho e todos temos direito a ter dias não, mas a verdade é que nós começamos a sentir que existe algo de errado connosco.

Será errado demonstrar realmente? Ou o errado é fingir algo que não é real?

Publicado por Tânia

Licenciada em Sociologia e estudante de mestrado em Jornalismo. Apaixonada por tudo o que implique o mundo e livros.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: